- O que é a Goomer?
- O que a Goomer entrega, do pedido ao pagamento
- Quanto custa a Goomer em 2026
- A Goomer não cobra comissão por pedido
- A Goomer integra com quase 100 sistemas de gestão
- A Goomer ajuda a fazer o cliente voltar?
- A Goomer atende no WhatsApp
- Resultados de quem já usa a Goomer
- Como escolher um sistema para restaurantes em 2026
- Quando a Goomer não é a melhor escolha
A Goomer é uma plataforma de autoatendimento para foodservice que conecta o restaurante do pedido ao pagamento. Seu portfólio inclui cardápio digital, totem de autoatendimento e delivery, tudo integrado ao sistema de gestão que você já usa.
Em 2026, a plataforma apresentou mais novidades, como totem vertical, pagamento na mesa, programa de fidelidade e o Goomer Ads, que transforma as telas do tablet em receita extra para os estabelecimentos.
Se você está comparando um sistema para restaurantes agora, este artigo responde às perguntas mais comuns: o que a Goomer entrega em 2026, quanto custa, como se integra e em quais casos ela não é a escolha certa.
O que é a Goomer?
A Goomer é uma empresa brasileira de tecnologia para foodservice e líder no salão dos restaurantes. Numa única plataforma, ela conecta cardápio digital, autoatendimento, pagamento na mesa, relacionamento e fidelidade, dados e mídia, integrando ao sistema de gestão do restaurante.
Pioneira no autoatendimento para foodservice no Brasil, a Goomer lançou a primeira tela em 2014 e, hoje, são mais de 50 mil telas ativas e mais de R$ 4 bilhões transacionados por ano.
Vale dizer também o que ela não é, porque isso encurta muita comparação:
- Não é marketplace. A Goomer não vende comida, não tem aplicativo de consumidor e não cobra comissão sobre o pedido. O cliente é do restaurante.
- Não é PDV nem ERP. Não substitui o sistema de gestão, o caixa ou a emissão fiscal. Ela conversa com eles.
- Não substitui a equipe. A tecnologia elimina o retrabalho, o erro de comanda e a fila, para que quem serve, sirva ainda melhor.
O que a Goomer entrega, do pedido ao pagamento
A Goomer tem opções para todos os tipos de operação, seja atendimento na mesa, no balcão ou no delivery. Quatro delas chegaram em 2026: o totem vertical, o pagamento no tablet, o programa de fidelidade integrado e a plataforma de mídia.
Tablet na mesa
Ticket médio até 20% maior, porque o adicional é oferecido no momento em que o cliente está decidindo. E ninguém espera garçom livre para pedir nem para fechar a conta, o que reduz a desistência na hora da vontade.
Totem de autoatendimento
Custo operacional até 30% menor e fila até 20% mais rápida no balcão. O cliente monta o pedido, paga e retira a via sozinho direto na tela do totem, o que amplia a capacidade de atendimento sem aumentar a equipe.
Cardápio digital em QR Code
Corta a espera pelo garçom sem exigir nenhum equipamento novo: o cliente aponta a câmera e pede pelo próprio celular, enviando o pedido direto para a cozinha.
Pagamento na mesa
Elimina os dois trechos críticos do fim da refeição: esperar para pedir a conta e esperar a máquina chegar. Mesa que fecha sozinha gira mais rápido, e mais giro no mesmo turno é faturamento.
Delivery próprio
Com zero comissão por pedido, a base da Goomer já economizou mais de R$ 100 milhões em taxas. O pedido e o atendimento automatizados ajudam o faturamento do delivery próprio a crescer até 30%.
Atendente virtual
Evita o pedido esquecido no WhatsApp porque ninguém viu a mensagem no meio do movimento. Responde na hora, manda o link do cardápio e acaba com a necessidade de ter uma pessoa exclusiva para isso.
Fechado o pedido, o que decide a margem é o que acontece depois dele. E a Goomer também tem recursos para auxiliar os restaurantes nessa etapa:
Base de clientes e programa de fidelidade
Recompra até três vezes maior com o programa de fidelidade rodando. Cada pedido alimenta a base de clientes do restaurante, e é dela que saem as campanhas para chamar de volta quem parou de vir.
Painel e relatórios
Mostra o que a operação sozinha não mostra: qual canal vende mais e qual item ocupa espaço no cardápio sem girar. É também onde o dono mexe em preço, item esgotado, mesa e horário, sem depender de ninguém.
Goomer Ads
Em vez de pagar para aparecer, o restaurante recebe pelo espaço. As telas da mesa e do balcão viram inventário de mídia, com receita estimada entre 1% e 2% do faturamento mensal. Para uma casa que fatura R$ 300 mil, são R$ 3 mil a R$ 6 mil por mês, sem investimento e sem mudar nada na operação.
Quanto custa a Goomer em 2026
A Goomer cobra mensalidade fixa, por plano contratado. Não existe comissão sobre o valor do pedido e não existe taxa que sobe conforme o faturamento.
Essa é a parte que mais engana na hora de comparar. Mensalidade fixa significa previsibilidade: o custo de dezembro é o mesmo de fevereiro, e o melhor mês do seu restaurante não vira uma fatura maior. Todo modelo que acompanha a receita faz o contrário, cobra mais justamente quando o restaurante foi bem, e quem cresce paga a conta do próprio crescimento.
Antes de comparar preço com qualquer fornecedor, some cinco linhas: mensalidade, taxa por pedido, comissão sobre venda, taxa operacional de serviço cobrada à parte e verba de mídia. O número que importa é o total no fim do mês, não o da primeira coluna da tabela.
A Goomer não cobra comissão por pedido
A Goomer entrega um canal próprio de delivery: o restaurante paga a mensalidade do plano e fica com o valor integral do pedido. Não há percentual sobre venda, nem taxa por pedido nos planos pagos.
Essa é a diferença prática em relação a marketplace. Um restaurante que fatura R$ 100 mil por mês, em um marketplace com 27% de comissão, deixa R$ 27 mil na plataforma. O mesmo volume no canal próprio custa apenas a mensalidade. E os dados do cliente ficam com o restaurante.
A Goomer integra com quase 100 sistemas de gestão
São quase 100 integrações com sistemas de gestão, incluindo TOTVS, Linx, Teknisa, Saipos, Sischef, Colibri, Desbravador, Raffinato, Menew e Eclética. Com a integração ativa, o pedido feito no totem, no tablet, no QR Code ou no delivery cai direto no sistema que o restaurante já usa.
Vale separar duas coisas que às vezes aparecem com o mesmo nome. Importar um cardápio de um marketplace preenche a sua vitrine uma vez, no dia da configuração. Integrar com o sistema de gestão é o que faz o pedido chegar ao seu caixa todos os dias, sem ninguém digitar pedido no meio do horário de pico. São necessidades diferentes, e só a segunda tira trabalho da sua equipe.
A Goomer ajuda a fazer o cliente voltar?
Sim, e por dois caminhos que trabalham juntos. O primeiro é a base de clientes: cada pedido feito nos canais da Goomer registra quem pediu, o que pediu e com que frequência, e é daí que saem as campanhas por e-mail marketing e a segmentação por consumo. Para operações que querem ir além disso, há integração com uma plataforma parceira especializada em relacionamento, o que amplia a régua de recuperação de quem parou de comprar.
O segundo é o programa de fidelidade, configurável pelo dono. É você quem define quantos pedidos valem recompensa, o prazo, o valor mínimo e o desconto oferecido, e o cliente se inscreve pedindo pelo cardápio digital, no delivery, no QR Code ou no tablet.
Programa de fidelidade bem usado chega a triplicar a recorrência. E conquistar cliente novo é sempre mais caro do que fazer voltar quem já conhece a casa.
A Goomer atende no WhatsApp
O Atendente Virtual responde automaticamente às perguntas que mais repetem no WhatsApp do restaurante, como taxa de entrega, horário de funcionamento e formas de pagamento. Além disso, envia o link do cardápio, informa o status do pedido e passa a conversa para uma pessoa da equipe quando o caso pede.
Na Goomer, o pedido não se fecha na conversa: ele se fecha no cardápio digital, com foto, adicionais, observação e venda sugestiva. O pedido chega ao painel e ao PDV já estruturado, do jeito que a cozinha precisa ler. Sem interpretar mensagem, sem item faltando e sem alguém digitando pedido às nove da noite de sábado.
Resultados de quem já usa a Goomer
A Goomer está nos restaurantes desde 2014, quando criou a primeira tela de autoatendimento do país. Hoje, são mais de 500 mil negócios impactados em mais de 2 mil cidades, com mais de 50 mil telas ativas.
Em redes, o exemplo mais visível é o Habib's. São mais de 100 lojas com tablets, cerca de 3 mil aparelhos ativos e mais de 1 milhão de esfihas vendidas pelas telas.
Na tradicional hamburgueria paulista Milk & Mellow, um atendente que atendia entre 4 e 5 mesas passou a dar conta de 12 sem sobrecarga, e o ticket médio ficou 126% maior em seis meses. O caso foi documentado pelo Radar Tech Foodservice, plataforma da consultoria Galunion.
O restaurante Yê, de Santos (SP), viu o ticket médio dos pedidos do salão crescer 15% depois de adotar o cardápio digital em tablet. "Itens complementares ao prato principal fazem a diferença e a tecnologia da Goomer ajudou bastante no aumento de receita. Passamos a vender mais entradas, bebidas, sobremesas e cafés", conta Gustavo Gaia, sócio proprietário.
Ele credita parte do ganho ao fato de o pedido não depender de encontrar um garçom livre, o que diminui a chance de desistência.
Como escolher um sistema para restaurantes em 2026
Antes de comparar funcionalidade com funcionalidade, vale responder quatro perguntas sobre a sua própria operação. Elas mudam bastante o que é prioridade.
Onde está o seu faturamento hoje?
Se a maior parte entra no salão, no balcão ou na praça de alimentação, o que decide o resultado é giro de mesa, fila e ticket médio. Se a maior parte entra por marketplace, a prioridade é outra: reduzir a dependência e a comissão.
O sistema integra com o que você já usa?
Pedido que chega em uma tela e precisa ser digitado no caixa não é integração. É trabalho a mais no horário de pico.
A mensalidade é fixa ou acompanha o seu faturamento?
Mensalidade que sobe quando o restaurante vende mais é comissão com outro nome. Não há nada de errado nesse modelo, mas ele precisa entrar na conta pelo que é.
O que acontece depois do pedido?
Todo sistema guarda o pedido, mas guardar quem fez o pedido é outra história, e é ela que decide se você vai pagar de novo para trazer de volta o mesmo cliente. Verifique se você consegue extrair a lista de quem comprou no último trimestre e não voltou.
Quando a Goomer não é a melhor escolha
Existe mais de uma forma de resolver o problema de um restaurante, e ser honesto sobre isso economiza o tempo de todo mundo.
A Goomer não é a melhor escolha para quem procura:
- PDV ou ERP de gestão. A Goomer não faz o seu financeiro, o seu estoque ou a sua folha. Ela se integra ao sistema que faz.
- Marketplace. O cardápio digital da Goomer não coloca o seu restaurante em uma vitrine ao lado do concorrente e não cobra comissão por pedido.
- Cliente novo por passe de mágica. A Goomer não compra mídia para encher a sua casa. Ela faz quem já entrou consumir mais e voltar, com atendimento melhor e comunicação direta com a base.
- Um all-in-one que faz um pouco de tudo. A Goomer escolheu ser especialista em autoatendimento, do pedido ao pagamento. Ferramenta que faz dez coisas medianamente resolve pouco em todas.
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